


A história da capela guarda uma forte ligação com a ancestralidade do lugar. O local onde hoje se encontra a alvenaria da igreja já havia abrigado uma edificação primitiva em madeira, que permaneceu de pé por cerca de 200 anos. Com o passar do tempo e o avanço natural da degradação, os moradores dos arredores decidiram por demoli-la para erguer, com as próprias mãos, um novo templo no mesmo local.
Na década de 1960, graças ao empenho, à união e à ajuda da comunidade, a capela foi reerguida em alvenaria com fundações sólidas, garantindo melhores condições de conforto e segurança para as celebrações. Até os dias de hoje, a tradição se mantém viva e pulsante: anualmente, no dia 02 de maio — data consagrada ao Dia do Trabalhador —, a comunidade se reúne no alto para a celebração solene da missa em louvor ao padroeiro.
Atualmente em bom estado de conservação devido à manutenção constante realizada pelos moradores da região, a capela preserva a atmosfera de recolhimento isolado que encanta quem visita os recantos rurais de Itaúna. Com a recente introdução de melhorias como a instalação de energia elétrica, o local continua a ser um ponto de refúgio espiritual e contemplação na Rota Graça e Gratidão.






